09/05/2013

A família e os impactos tecnológicos.

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Convite feito pela Norma do blog http://pensandoemfamilia.com.br/blog/serie/convite-serie/comment-page-1/#comment-66231. A proposta é que falássemos sobre os benefícios e malefícios principais da influência da tecnologia e das redes sociais no contexto familiar.




Outro dia, ao sair de casa, percebi que tinha deixado o celular. Ah!!! Já estava dentro do carro...Saindo da garagem...Pensei...Pensei....Mas resolvi ir adiante, mesmo ficando com a minha consciência pesada, pois se minhas filhas ou marido me ligassem iam ficar preocupados sem nenhuma resposta.
Então pelo caminho fui pensando sobre como era a vida alguns anos atrás... Vivíamos sem celular e criávamos os filhos sem essa neurose toda... 
Em relação aos computadores, percebo que, pelo menos aqui em casa, nunca tive problemas. Sempre orientei muito e mostrei os perigos existentes.
Particularmente, eu adoro essa tecnologia toda. Quase todos por aqui possuem sua página nas redes sociais e isso facilita a comunicação, os compartilhamentos e a visualização pela web cam. Isso quando estamos fora de casa.
Nas viagens acho ótimo poder ver, conversar e ter notícias. É uma excelente ferramenta, pois temos a oportunidade de trocar figurinhas. Mesmo a distância. 

Confesso que existem momentos que todos estão conectados fazendo alguma coisa por aqui, mas isso não impede de conversarmos pessoalmente. Trocamos ideias e temos momentos de grande prazer. No geral, só vejo benefícios. Pelo menos por aqui.
Acho que é fundamental o diálogo, a orientação e momentos com qualidade.
Fonte: Google

Beijos mil e até a próxima.

14 comentários:

  1. Olá, querida amiga Teresinha
    Lindo a gente perceber os benefícios da rede para a nossa família (a sua e a minha)...
    Infelizmente, sabemos que tem casos de tristeza ocorrido pela net e os seus efeitos nocivos...
    To no ES... fico até o dia 1... quem sabe não nos vemos depois do dia 20.... onde estarei mais livre???
    Bjm de paz e bem

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  2. Muito legal tua participação! Tudo que for bem usado e ponderado vale. Adorei a imagem! beijos,chica

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  3. Acho que aqui em casa só trouxe benefícios,claro que quando eu não atendo o telefone quando me ligam mil vezes, escuto reclamações, rs
    Brincadeira mãe!
    beijos ;]

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  4. Terezinha, como tudo na vida, o ideal é o equilíbrio.
    Quando essa "febre" toda se instalou, com esse "boom" de uns 6 anos para cá, meus filhos já eram adultos, casados. Nunca tive muitos problemas com eles, em relação a ficarem "horas" no computador porque não eram mesmo ligados em tanta tecnologia. Acho que sempre fomos comedidos aqui em casa. rs
    Hoje até me incomodo em ver como as filhas são dependentes dos aparelhinhos, mas a vida é delas, cada uma em sua casa, e o problema não é mais meu. rs
    Para mim, o que é pior, com tanta tecnologia, é o quão mais cedo as crianças estão fazendo uso deles, o que não é nada bom...
    Enfim, cada um que viva a vida como quiser...O que importa é que não nos percamos da família, do aconchego, para viver acoplados, plugados...
    Beijo!

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  5. Tê: pouca coisa boba me irrita msis do que estar no restaurante, por ex., com alguém que está dependurado no celular. Passando mensagem então...
    Acho uma falta de educação e me pergunto o que estou fazendo ali.
    Culpar a tecnologia é "bobeira", a verdade é que bons modos sempre tiveram o seu lugar. E sempre terão.

    bjnhsssssss

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  6. Ah Tê, realmente, a gente sabia viver sem celular ou computador, mas hoje, a gente fica preocupada quando não tem acesso a ele.
    Hoje, encontrei-me com uma amiga que é contra completamente estes eletrônicos e anda pra lá e pra cá no centro do Rio, viaja para outros estados e não usa celular. Expliquei a ela que não precisava comprar um todo complicado e caro, mas um simplezinho só pra gente se comunicar em casos de encontros como este. Acho que ela se convenceu.
    beijinhos cariocas


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  7. Ola Teresinha,estava lhe devendo uma visita apos retorno e venho nesta serie bem bolada da Norma como sempre.
    A informação e todas suas evoluções que abraçamos com força e vejo que não temos como recuar,posso imaginar um certo desconforto ao sair e perceber que o celular nao está presente.Mas como bem disse, é preciso nao blindar a familia do calor humano,do contato fisico,e assim é muito bom estar plugado e em perfeita harmonia como bem descreveu.
    Parabens amiga e meu abraço mineiro de paz e luz na familia.

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  8. Oi Terezinha
    Gostei do texto, hoje ficamos dependentes mesmo da era digital kkkkkkk. Gostei também da sua participação do desafio do Christian.
    bjos.
    http://ashistoriasdeumabipolar.blogspot.com.br/

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  9. Olá Teresinha, ri alto da charge do perfume. ahahah!
    Infelizmente há gente que é assim. Crescemos rodeados de tecnologia, contudo, não vejo como desculpa para não termos relações reais, palpáveis, humanas...
    Acerca do celular, este eu acho fundamental ter sempre carregado e em mãos para uma emergência. Penso que muita coisa poderia ter sido evitada antigamente, muitas tragédias por carecer de comunicação poderiam não ter acontecido se alguém tivesse um celular em mãos para buscar socorro.
    Bom final de semana.

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  10. Olá Teresinha!
    Somente hoje vi que também está participando da BC.
    Gostei de saber que no seu caso o equilíbrio está em alta!
    Muito bom... começa a ser uma raridade.
    Também gosto muito de toda esta tecnologia, da net, e de todos os benefícios que nos proporciona.
    Usando com moderação é perfeito...
    Um abraço gostoso
    Astrid Annabelle

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  11. Teresinha, como sempre, a tecnologia trouxe benefícios e malefícios (embora quase não se pense nesses).
    O equilíbrio em usar dos meios de comunicação é o jeito certo de não nos estressarmos.
    Você fez muito bem em não voltar para pegar o celular. rs
    Beijo!

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  12. Oi, Teresinha!!
    Acho que a neurose dos pais atualmente, advém do fato do celular não ser atendido quando da demora em chegar em casa, isso quando você tem filhos crescidos e que já sabem como lidar com o tecnológico.
    Eu cheguei em um estágio que não vejo mais diferença nos relacionamentos, tanto "real" quanto "virtual", pois se formos pensar bem, o nosso Deus é "virtual". Mais ou menos assim: eu acredito nas palavras de Deus, sei que ele manifesta em mim somente coisas boas, mas nunca o vi. Pode ser que eu esteja blasfemando, mas outro dia estávamos conversando sobre isso e sabe lá? Será que o nosso Deus não é um ser tecnológico avançado e que está nos guiando nessa direção. Vai saber!!
    A minha preocupação é com crianças pequenas ou adolescentes ainda em formação, que passam horas em frente de um computador.
    Feliz dia!!
    Beijus,

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  13. Oi Teresinha.
    Gostei da sua abordagem nessa blogagem.
    A forma de criar e ensinar os filhos é que dá uma boa orientação tecnológica.
    A imagem é ótima.
    Xeros

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  14. Concordo, Teresinha, com tua visão do que seja fundamental nessa circunstância.
    Meu celular me conecta com filhos, amigos e pacientes, então não descolo dele, ainda que no silencioso, quando trabalhando. Muitas vezes voltei pra busca-lo, por conta dessa necessidade, mas tb já pensei que na época em que não tínhamos este arsenal de aparelhos e espaços, vivíamos e dávamos conta do que tínhamos à disposição para ultrapassarmos as fronteiras das paredes de casa.

    Desde que não se perca de vista a questão da ponderação ao uso, tb não vejo prejuízos nas relações, importa não deixar de fazer coisas juntos, conversar, interagir.

    Gostei de passar por aqui, muito prazer!
    Beijos

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Amei o comentário. Bjs mil. Tê